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Google Street View no Rio de Janeiro

Muitos já sabiam da chegada do Google Street View no Brasil. Para quem não sabe é o serviço do Google Maps que mostra as ruas em 3D. É um serviço que chama a atenção para o Google Maps / Local Business e acaba ajudando a vender AdWords. Além de que obviamente irão vender publicidade também dentro do Street View.

Google Street View no Rio de Janeiro

A previsão de cobertura para o nosso país era das cidades de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, porém hoje de manhã tive a sorte de encontrar na porta do trabalho o carro do Google estacionado. Veja as fotos no Flickr. Conversei um tempo com o rapaz responsável e descobri algumas informações interessantes.

No Rio são 12 carros responsáveis por fotografar (li em algum lugar que eram 10). São todos iguais, vermelhos e da Fiat que claramente sempre usa uma incrível estratégia de associar a marca à modernidade e internet (mas meu iPhone não conecta na entrada iPod – FAIL). Eles não ficarão limitados a cidade do Rio de Janeiro, mas irão até Petrópolis, Maricá, Niterói (já foi até) e outras cidades importantes do estado. No Rio, vários bairros da zona sul e Centro já foram fotografados, mas o trabalho ainda está em andamento sendo que por exemplo, ainda falta Urca e outros bairros da zona sul.

Na parte técnica, as câmeras ficam na parte de cima do carro e os cabos são ligados pela porta esquerda traseira pelo espaço da janela. Neste espaço foi colocada uma borracha para cobrir o espaço vazio do vidro. Fica estranho de perto. Estes cabos se espalham pelo carro, sendo que alguns cabos estão ligando a mala e outros na frente, onde há um monitor e um teclado no banco do passageiro. Espero que ele não use isto enquanto dirige.

Ainda vai demorar um tempo mesmo depois que todas as fotos forem tiradas. Elas precisarão de tratamento e edição. Então ainda tem um bom tempo até o produto final entrar no ar.  Eu pelo menos sei que já dei o troco nas fotos que o Google tirou de mim, pois tirei bem mais fotos dele.

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Google SEO – otimização com foco

Recentemente saiu um estudo da comscore com o que todos já imaginavam. O Google monopoliza praticamente 90% do mercado de busca brasileiro. Outros estudos anteriores mostraram números bem próximos e quem trabalha com SEO e tem um web analtytics instalado sabe a porcentagem de tráfego que o Google normalmente traz em relação ao seus concorrentes.  A diferença é sensível. Mas quais impactos isto teria para SEO?

Como escrevi no artigo do Bing, existem diferenças entre os algoritmos dos sites de busca. Os critérios de rankeamento do Google são diferentes dos critérios do Yahoo! e do Bing. Claro que eles tem critérios em comum e outros parecidos, mas até por trazerem resultados diferentes, seus critérios obrigatoriamente são diferentes. Existem fatores na decisão da escolha do site de busca como preferêrencia pessoal ou tempo de uso, mas os critérios “melhores resultados” e “busca padrão do navegador” são os que mais influenciam. E no Brasil em especial temos praticamente todos os portais usando a sistema do Google para suas buscas, aumentando ainda mais o share. Com estes dados, não seria interessante focar no Google já que o ganho de uma posição compensaria um perda de cinco posições no Bing? Não existe resposta certa, mas entre ter a chance de impactar 90% dos usuários de busca contra outros 10%, a maioria escolheria a primeira. Um detalhe importante é que a os 90% não são excludentes ao 10%.  Nada impede de você conseguir ficar em primeiro no Google, Bing e Yahoo ao mesmo tempo. Então existe espaço para um Google SEO? Uma estratégia para posicionar melhor no Google em relação ao seus algoritmos? Faz sentido.

Meu foco de ensino e de aprendizagem de SEO sempre foi no usuário e continua sendo. A base para um bom profissional deve ser sempre em atender a necessidade de um visitante. Quem começa SEO apenas pela parte técnica acaba cometendo erros básicos como escolha errada de foco ou estratégia mal planejada. Em contra partida, a escolha de foco no usuário garante que por mais que mudem os algoritmos, o impacto em seus posicionamentos será mínimo. Só existem um porém. Em mercados muito competitivos, a diferença de uma posição para determinada palavra-chave pode ser a diferença entre trazer o dobro de tráfego. Neste momento o conhecimento técnico do algoritmo é o diferencial para conseguir a vantagem para alcançar o resultado esperado. Continuo afirmando que o foco é no usuário, mas o entendimento destas diferenças não pode ser ignorado. Um profissional completo precisa ter também este conhecimento.

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Dia da mentira 2009 – CADIE

Mais um ano e temos várias pegadinhas do Google no dia da mentira. O Google anunciou uma iniciativa CADIE (Cognitive Autoheuristic Distributed-Intelligence Entity) . Este projeto tem uma página que segue os mais altos padrões de web design. Incluem o uso de marquee, gifs transparentes animadas (eu lembro da caveira girando), fundos de página com leitura duvidosa e banners que dão prêmios (busca grátis no Google). A página tem até um web ring!

O Google Chrome tamtém teve uma inciativa do CADIE. O Google Chrome 3D  possibilita que atrávez de óculos 3D (aquele azul e vermelho) você pode ter uma experiência única de navegação.

O Google Mobile também tem sua iniciativa CADIE e lança uma busca cerebral para aqueles momentos que você não consegue lembrar algo mas está na ponta da língua ou do celular.

Outro produto CADIE é o Gmail Auto Pilot. Ele poderá responder e-mails para você automaticamente e ainda ter o seu estilo único. Assim aquelas mensagem de que você ganhou a loteria inglesa serão respondidas já com seus dados bancários facilitando a sua vida e evitando que você perca esta grande oportunidade (acredite, no meu trabalho chegam muitos e-mails de gente feliz que já pagou as taxas para o prêmio).

Para fechar, o Google Australia criou o gBall (aparentemente não faz parte do CADIE). O gBall é uma bola de “futebol americano” com um dispositivo com entrada de USB que possui GPS para monitorar a bola pelo Google Maps e ter estatíticas sobre sua performance. Um detalhe interessante é que o link promovendo o produto Sherrin foi sem nofolow. Será mais um problema à vista?

Veja também os anos anteriores:

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E-book SEO para principiantes do Google

Vi no Blog do Google Webmaster Central que eles liberaram um e-book SEO para principiantes grátis. O e-book tem dicas básicas de otimização com sugestões para meta tag descriptions, URLs, conteúdo e texto âncora. Para quem nunca ouviu falar de SEO é uma mão na roda. Pena que assuntos como SEO e Flash, que foi o assunto mais perguntado no Search Masters, não foram tratados.

Aproveite e baixe o e-book guia SEO para principiantes. Ele serve como introdução para o Livro SEO que trata de SEO e Flash e muitas outras coisitas. :)

Update: veja também o guia de iniciantes traduzido para o português.

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10 anos do Google com atualização PageRank

Logo de dez anos do GoogleParabéns ao Google pelos seus 10 anos. Este aniversário tem presente também! O Google atualizou o PageRank no dia do seu aniversário. Da última vez a atualização do PageRank foi no meu aniversário. Pelo visto sempre acontece em datas importantes. :)

Uma curiosidade que talvez muitos não saibam, é que nem sempre o Google teve este nome. Ele já foi chamado de BackRub que em sua época já impressionava com 75 milhões de páginas indexadas. Vale uma visita a página para conhecer tanto a logo do BackRub, como uma logo do Google que deve ter sido feita no WordArt. Acho que assim você não vai estranhar mais a fonte da logo comemorativa do Google doodle.

Parabéns também ao Wagner, Helton e a Samantha por descobrir a mundança do PageRank e pelo novos projetos começando com um excelente PageRank.

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A publicidade segundo o Google

Abrindo o evento da Info Marketing de Busca, Alexandre Hohagen, que é o atual presidente do Google Brasil, começou perguntando para o publico quem era de marketing e quem é de tecnologia e depois perguntou se o público preferia uma palestra introdutória de AdWords ou uma palestra avançada mostrando cases. Só uma pessoa respondeu  palestra introdutória e ele fez uma brincadeira com a menina falando que depois ligava para ela explicando AdWords para ela. Claro que o publico com certeza prefere algo mais avançado. O assunto eram os links patrocinados. Na opinião dele, os links patrocinados servem para atender a necessidade de uma pessoa. Falou dos locais de momento de relevância.

Falou que existem sete melhores práticas.

A primeira é “always on”. Tem que estar preparado. Falou que são quase 1.600.000 mil buscas relacionadas somente a turismo. Mostrou palavras-chave de turismo comparadas pelo Google Trends.

A segunda prática e prepare-se online para o que acontece no offline. Assim você garante que estará preparado. Citou o Google Trends comparando Big Brother e Rafinha, Tropa de Elite com cinema. Ambos têm comportamento sazonal. Comparou animais como cachorro, peixe, gato e mostrou que os peixes tem um crescimento sazonal no período da semana santa.

Terceira é: não espere que seus consumidores venham. Nesta prática, ele mostra um exemplo de  uso dos gadgets, Mostrou um Gadget da American Airlines, para marcar viagens.

A quarta é: faça dos vídeos um dos formatos centrais de sua estratégia online. Falou sobre dois vídeos virais como o do Ronaldinho e o Dove evolution. Mostrou também os canais patrocinados do YouTube com o exemplo da Schin com o vídeo do comercial em um canal.

Quinta pratica é: crie oportunidades para o consumidor escolher você. Mostrou o iGoogle e sua personalização que permite também Gadgets com Mashups como o da Nike que serve para encontrar lugares de corrida em diferentes cidades do mundo.

Sexta prática é use a sabedoria popular para gerar inovação e criatividade. Como exemplo citou um lançamento da Fiat que recebeu mais de 15.000 sugestões de design de um novo carro. Citou também um caso do Mastercard em que usuários deveriam postar no YouTube vídeos que seriam priceless (não tem preço).

Sétima prática é esteja onde seus consumidores estão em momentos de relevância. Mostrou um dado que os usuários do Google não ficam mais de 5% dentro das páginas de busca.  O objetivo do Google é que os usuários fiquem o menor tempo possível dentro de sua busca, pois o objetivo é ajudar o usuário onde ele quer chegar.

Simulou um comportamento de desejo de compra de um usuário. Finalizadas as sete práticas, mostrou dois cases montados em parceria no mercado americano. O primeiro foi com a Unilever em que o objetivo era avaliar três partes: o impacto nas vendas, impacto de branding e o comportamento online, Usaram diferentes tipos de display como vídeos, banner e anúncios de texto. O resultado com a combinação de rede de conteúdo e de pesquisa aumentou o branding, as compras offline e o aumento de tráfego no site. Falou que no case, para cada um dólar gasto no Google, os usuários gastaram aproximadamente 1,44 dólares de incremento nas compras. Este teste proporcionou aumentou em 45% de gastos com a marca Ultimate Clear e teve 313% aumento de visita do site da Dove.

O segundo caso é sobre o impacto do offline no ambiente online. Era o caso do Pontiac que fez uma publicidade na TV e no fim do anúncio ele indicavam para o usuário a procurar pelo termo Pontiac no Google. No momento que o comercial foi ao ar, houve um pico de visitas. O volume de pesquisa por hora aumentou também sensivelmente. Falou que não dá para desvincular o que acontece no meio offline para o que acontece no online.

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