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7 passos para um conteúdo de sucesso

Marketing de conteúdo, também conhecido por inbound marketing, é uma forma de atrair a atenção e o interesse de clientes sem gerar interrupção. Ao invés de gerar um conteúdo repetitivo e excessivamente vendedor, seu foco se concentra na criação de algo que seja de interesse deles, informando e educando. Esta relação, bem mais forte que outras, pode resultar em um aumento de engajamento e, principalmente, de conversão.

Hoje, muitos procuram na internet para solucionar uma dúvida, buscar informações e detalhes sobre um produto e serviço e até sites com recomendações e comentários. Para que sua estratégia não perca o foco, siga estes 7 passos:

1. Defina seus objetivos - Seu conteúdo irá focar em novos lançamentos ou produtos? Será que, mais do que vendas, você deseja aumentar o número de cadastros de sua mala direta ou mesmo que seus textos se tornem a referência no mercado pelo número de links que referenciam seu texto?

2. Pesquisa - O que o seu público-alvo pesquisa? Através de seus hábitos e relacionamentos, você pode determinar os assuntos e conteúdos mais interessantes para eles e formatar os posts que serão direcionados a eles. Quais as palavras-chave mais importantes? Como seus concorrentes se posicionam quanto ao mesmo tipo de conteúdo?

3. Planejamento - O estabelecimento de datas e prazos pode ser o diferencial em postagens, além de vincular a eventos que possam potencializar o seu conteúdo quando lançados no dia e na hora certa.

4. Criação - O conteúdo deve ir de encontro ao que o seu cliente está procurando. Ele deve satisfazer esta demanda e ser útil. Fique atento às palavras-chaves, otimizando sempre o texto. Diferentes plataformas merecem diferentes abordagens.

5. Publique - Selecione as plataformas mais adequadas para cada público, bem como a sua linguagem e horários.

6. Divulgue - Integre o seu conteúdo através das diferentes redes sociais de forma que todos possam tomar ciência de sua existência. Adapte sempre o texto para que seja melhor lido e compartilhado.

7. Acompanhamento - Faça o acompanhamento através de ferramentas de monitoramento para verificar sempre a eficácia dos links, horários e palavras que foram selecionadas. Fique atento também a comentários e solicitações que podem surgir, um bom momento para investir também no relacionamento com os leitores.

Confira abaixo o infográfico gerado pela Intergage focando no desenvolvimento de conteúdos:

7-steps-content-marketing-success-infographic

 

Fonte: Pamorama

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Remarketing: melhorando o SEO e o marketing de seu conteúdo

Seu site pode estar ultra otimizado, com conteúdos perfeitos, planejados e ajustados para um público que visita o seu site, mas que, por algum motivo, não retorna. Muitos podem apresentar resultados baixos de retorno dos visitantes ou poucas conversões por uso da palavra-chave em buscas.

Nesse contexto, o remarketing é uma das possíveis estratégias para o seu site. Ele promove a sua marca através de banners e links para o público que foi impactado na primeira visita e, com o uso de cookies, mantém seus visitantes ao alcance através de anúncios. Através dele você pode:

  • Converter rejeições e abandono em novas visitas;
  • Aumentar a lembrança da marca;
  • Aumentar a eficiência das conversões.

remarketing_lifecycle

É como uma segunda chance para causar uma boa impressão (na verdade, essas oportunidades vão muito além). Através de anúncios na Rede de Display do Google, você pode configurar campanhas de remarketing no Google Adwords, adequado variadas estratégias de investimento para seus anúncios, adequando a melhor oferta ao conteúdo que será disponibilizado.

Essas estratégias podem focar pontos específicos de sua página, como a tela de conversão, o carrinho de compras, o blog ou um artigo em especial. Clientes podem ser convidados a concluir uma pesquisa ou finalizar uma compra ao serem impactados por um anúncio customizado, em um outro site, reforçando a lembrança e estimulando a ação

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Amo muito SEO

Há umas duas semanas, uma cliente me falou estava com saudade de quando eu postava. Que eu devia voltar a escrever. As pessoas não sabem, mas eu sou o que mais sente saudade de escrever. É algo que eu adoro, mas a correria tem sido muito grande. Não espero que pensem que é descaso. Só para ter uma ideia, eu agora estou no avião, indo para Manaus para um treinamento in company. Semana passada foram dois treinamentos in company, um em Campinas e o outro no Rio de Janeiro. Empresas como Ipiranga e Sistema Globo de Rádio com transmissão pela web. Na semana anterior, Belo Horizonte e São Paulo. Fora que neste mesmo mês, dei aula para duas turmas na Pós da FACHA e uma na FGV no Espírito Santo. Ainda teve uma pela faculdade iDez em João Pessoa. Só neste ano foram 6 turmas da FGV.

Até o fim do ano, tem uma turma na ESPM, duas turmas na FGV e mais três treinamentos in company. Além disso, vem pelo visto mais um livro por aí (não é o que você está pensando) e fora os clientes de SEO e Links Patrocinados.

O que tudo isto significa? Primeiro espero que entendam o sumiço. A outra coisa é que eu devo agradecer a todos que sempre acreditaram em SEO e Links Patrocinados. Hoje olhar o mercado, ver tantos amigos que tiveram a chance de crescer, construir e melhorar nossa internet brasileira e o melhor, ter a chance de participado disso. Acho que o melhor de tudo é que fiz uma aposta no passado. Queria muito trabalhar com algo que eu gosto e tive a chance de trabalhar com o que mais gosto. Como tenho sorte, ganhei a aposta.

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Como remover resultados negativos do Google

O gerenciamento de marca nos resultados do Google já é uma realidade no mercado americano e no Brasil tem sido utilizado por algumas empresas. Imagine a seguinte cena, um consumidor sofreu com a compra de um produto que apresentou defeito. Ele reclama com todo direito e aguarda a resposta da empresa. A empresa atende o cliente, superando até as expectativas e o cliente vira um advogado da marca. Surge uma história bonita de atendimento ao cliente com final feliz. Porém, aquela reclamação ou vídeo criado foi indexado pelo Google. E o que o cliente faz muitas vezes é olhar apenas o texto da SERP e ler que estão reclamando da empresa dele, não se dando o trabalho de aprofundar a leitura do artigo mostrando que a empresa resolveu o problema. Com isto a empresa sofre um impacto na sua imagem, afinal qual empresa não teve um produto que tenha apresentado defeito?

Claro que o caso acima é um mundo ideal, só que existem empresas que não são um primor em atendimento, mas mesmo assim surge a demanda de excluir estes resultados da busca. Não vou entrar no mérito, mas é de direito da empresa trabalhar sua marca. Quando falo de remover, entendam que é conteúdo a ser excluído é de terceiros e não da própria empresa. Tem um artigo do do Google que trata esta questão de exclusão de conteúdo interno. Além disto tem também um artigo do Pedro Dias que também trata conteúdo de terceiros e explica a posição neutra do Google.

Chegamos ao ponto de como remover os resultados da pesquisa. O trabalho muitas vezes não chega a realmente excluir os resultados negativos, mas mandá-los para a segunda página de resultados ou até mais para frente. Afinal todos sabem que os usuários na maior parte das vezes procura até a primeira página. Para isto uma boa estratégia é usar os resultados positivos para substituir o posicionamento dos negativos. Aumentando a relevância destas páginas a tendência é que elas passem a frente.

Uma alternativa interessante também é ver direto com o criador da crítica negativa se ele poderia retirar o conteúdo ou alterá-lo. Se o cliente realmente ficou satisfeito, pode ser que ele retire ou complemente a experiência boa recebida. Óbvio que o melhor é sempre tratar bem os clientes.

Então chega o momento de pensar: como efetivamente retiro os resultados negativos do Google? Aqui vão algumas dicas. Tenha uma presença online. Pode parecer óbvio, mas tem pessoas e empresas que nem site tem. A criação de um site garante o posicionamento da empresa. Ter mais de um site também pode ajudar, já que aumenta a presença online da marca.

Identificar os resultados positivos não basta, tem que ajudá-los a aparece. Se tem matérias de jornal com texto negativo, procure matérias com texto positivo para marca. Assim um resultado pode substituir o outro.

Aproveite também as redes sociais. Não espere milagres. O objetivo das redes sociais, basicamente é o relacionamento. Se você simplesmente criar tais canais, não significa que eles irão simplesmente aparecer na primeira página. Aproveite a oportunidade para usar tais canais como Twitter e Facebook para ouvir seus clientes. Com isto você pode evitar repetição ou problemas parecidos no futuro.

No caso de vídeos falando mal da empresa, em resumo, priorize os vídeos com menções positivas. Se não tem um canal no Youtube, crie e faça seus vídeos. Se já tem, divulgue seus vídeos e aumente a relevância deles. Crie vídeos criativos que naturalmente sejam mais vistos pelos visitantes. Como na SERP costumam aparecer no máximo três vídeos por SERP, este é mais fácil de fazer.

Um ponto importante é que este trabalho pode demorar um bom tempo, pois de alguma forma seria o equivalente a otimizar 8 resultados diferentes para passarem um segundo colocado. E levando em conta que criticar é a coisa mais fácil do mundo, é mais fácil conseguir links para conteúdo negativo do que para positivo.

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O que fazer quando o cliente não implementa SEO

Quem trabalha, mesmo que por pouco tempo, com SEO já deve ter passado por esta experiência. São feitos diversos relatórios e apresentações de encher os olhos com alterações e sugestões para o site. O cliente fica super empolgado e não acredita que tinha tanta coisa para fazer. Começa então a botar a mão na massa, mas… deixa de fazer inúmeras coisas importantes. Você sabe o potencial do cliente e isto pode frustar você e, quem sabe, o cliente. Claro que isto pode acabar impactando o projeto de alguma forma. Então o que podemos fazer para minimizar este problema?

Priorize

Sabemos que dependendo do projeto, as ações serão muitas. O que fazer então? Priorizar. Quando você ordenar a execução do projeto, facilite mostrando qual a ordem de execução. Analise os “incêndios”, pequenas vitórias, maiores ganhos, pontos complicados e a necessidade do cliente. Isto ajuda o cliente a enxergar melhor o trabalho pelos próximos meses, além de organizar o projeto.

Pequenas vitórias

Não adianta tentar as grandes conquistas de uma vez só. Muitos dos objetivos são de longo prazo. O cliente pode se frustar e esfriar. Então para motivar a equipe a continuar implementando e perceber valor no projeto, conquiste resultados menores e mais fáceis antes. Além de aumentar a moral dos participantes do projeto, você ainda pode garantir umas vendas para ajudar o projeto a se pagar mais rapidamente. Não esqueça de celebrar as conquistas.

Negocie

Não adianta seguir uma receita de bolo e esperar que o cliente faça tudo conforme o que você priorizou. Ele tem demandas internas ou de negócio que não podem parar para o projeto de SEO (se bem que SEO deveria ser prioridade), mas o projeto tem que andar.  Se ele não puder fazer uma determinada alteração, questione o porquê. Percebi que algumas vezes percebi a tal alteração só não poderia ser feita, pois o time ou não sabia como fazer ou não entendia a razão real da alteração. Muita gente torce o nariz para empresas que fazem backlogs para uso dos recursos de desenvolvimento, mas eu acho excelente! Exatamente por terem um processo claro, fica mais fácil negociar com eles o que deve ser feito.

Cobre

Você está sendo pago, mas isto não impede que você cobre o cliente. Afinal aquilo pode impactar o resultado do projeto de SEO. Não cobre tudo de uma vez também. Use a priorização e a negociação para esta cobrança. Em cada cobrança, mostre o motivo daquela ação e seus ganhos. Ao cobrar você evita que o cliente caia no esquecimento daquelas alterações. Eu mesmo já fiquei receoso de cobrar o cliente, mas o resultado é muito bom. Deixar de fazer uma ação de link building pode ser um grande diferencial. Saiba também de quem cobrar. É importante que um projeto de SEO tenha um líder dentro da empresa e que representantes das áreas participem do “comitê SEO”.

Custo

Praticamente todas as empresas precisam aumentar suas receitas e para isto acontecer existem custos. Em um projeto de SEO os custos de implementação são variáveis. O cliente pode ter alocado apenas dinheiro para o projeto e não pensou em fazer uma ação de link building ou no custo de implementação das alterações. É importante avaliar na durante o projeto os custos e pensar, inclusive, no orçamento para o próximo ano.

Terceirização

Se o cliente não tem braço ou o conhecimento para fazer as coisas, talvez seja o momento dele terceirizar. Deixar com um programador, link builder ou designer experiente a execução de alguma tarefas ajuda muito o tempo de execução. Para empresa algumas vezes é melhor focar no seu core business do que aumentar mais do que precisa. Tentar fazer tudo ao mesmo tempo pode resultar algo mal feito ou em nada.
Se você tem alguma experiência ou dica em auxiliar implementações de projetos de SEO, comente também.

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A explosão da informação e os sites de busca

Este é um texto que trata do volume de informação e sobre o impacto na busca. É um guest post do amigo Flamínio Fantini (*) que é um profissional com larga experiência em conteúdo e estratégia.

Para as empresas e instituições que ainda têm dúvidas sobre a necessidade de investir para melhorar a posição de seus sites nos portais de busca como Google, Bing ou Yahoo, uma pesquisa recém-divulgada nos Estados Unidos traz números impressionantes. Há tanta informação e conteúdo sendo produzidos atualmente no planeta que a disputa pela atenção das pessoas pelos veículos de comunicação virou uma verdadeira guerra, na qual a internet é sem dúvida um dos principais campos de batalha.

Em 2007, a humanidade foi capaz de estocar 295 exabytes de informação em equipamentos e aparelhos tecnológicos. Você já ouviu falar em exabyte? É muita, muita, muita informação: no total 2,9 x 1020 bytes.

Veja a seguir algumas comparações estabelecidas pelos autores da pesquisa, Martin Hilbert, da Universidade do Sul da Califórnia, e Priscila López, da Universidade da Catalunha, publicada na revista “Science”, de grande reputação nos meios acadêmicos internacionais.

  • A média de produção de informação por pessoa em um ano é equivalente a 61 CD-ROMs, desses comuns de 730 MB. Caso fosse empilhado, o total de 404 bilhões de CD-ROMs percorreria o caminho entre a Terra e a Lua e ainda ultrapassaria mais um quarto do percurso.
  • Cada pessoa recebe informação equivalente a 174 jornais, por dia. Se cada um desses jornais fosse vendido a um dólar, seria necessário mais do que a soma mundial de todos os PIBs (Produto Interno Bruto) para comprá-los.
  • Com toda a informação produzida em um ano, seria possível forrar todo o território da China com 13 camadas de livros. A quantidade representa 80 vezes mais informação por pessoa do que na histórica Biblioteca de Alexandria, a seu tempo (século 3 a.C.).
  • Cada pessoa envia, por meios de telecomunicação, informação equivalente a seis jornais diariamente. Se fosse transmitir isso num chat, levaria dois meses e três semanas, sem interrupção.

De acordo com a pesquisa, em 1986, havia um vasto predomínio das mídias tradicionais e analógicas para a estocagem de informação – dos livros e jornais ao LP de vinil, o videocassete ou a fotografia em negativos. Naquele ano, a presença digital era de apenas 0,8%. Em 2007, a situação já havia se invertido, com 94% representado pelos meios digitais – dos hard-disks de PCs aos servidores de grande porte, dos DVDs e blu-rays aos celulares e memory cards, dos video-games às câmeras digitais e cam-corders. A virada começou em 2002, quando pela primeira vez os digitais passaram na frente.

Uma das mais importantes portas de entrada para essa gigantesca Alexandria digital é a internet, com seus sites de busca, em especial o Google. Não é à toa, portanto, que o Search Engine Optimization (SEO) e o PPC (Pay Per Click) cresceram tanto nos últimos anos, colocando em evidência novas formas de publicidade, como os links patrocinados, e expandindo o uso de métricas, como o Google Analytics.

O estudo de Martin e Priscila teve grande repercussão na mídia internacional, acolhido em veículos como The Washington Post, The Wall Street Journal, Wired, BBC e Scientific American, entre outros.

Para quem quiser ler a pesquisa original, em inglês:
The World’s Technological Capacity to Store, Communicate, and Compute Information
Os pesquisadores criaram também uma página com mais detalhes sobre o assunto, também em inglês:
The world’s technological capacity to process information
(*) Flamínio Fantini é jornalista, ex-editor executivo das revistas “Veja” e “Istoé” e ex-diretor de informação das agências MPM Propaganda e LoduccaMPM

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