Arquivos de January, 2008

Splash pages e SEO – prefira sem

Acho que todos já passaram pela experiência de entrar em um site que tem quase que um filme de introdução e só depois do fim dele é que você chega até o conteúdo do site. Da primeira vez você até aguenta, se dá ao trabalho de clicar no “pular introdução”, mas depois de décima visita você não aguenta mais e decide trocar de fornecedor. Essas páginas que criam um passo a mais para se chegar ao conteúdo do site são conhecidas como splash pages.

A splash page, também chamada de splash screen, costuma ser também a famosa página com o botão “entrar” ou que pergunta a idade para decidir se o usuário pode ter acesso ao conteúdo. Para SEO, você deve evitar de qualquer maneira uma splash page. Simples não? Bem, não é tão simples assim. Nem todos os sites podem excluir a splash page. Existem sites como de cerveja ou de material adulto que precisam ter uma tela antes de liberar o conteúdo.

Agora se não tem jeito e tem que ter a splash page, o que podemos fazer para SEO? O primeiro passo é seguir a otimização comum como para qualquer página. Ter um título descritivo, meta description clara e tudo que for necessário para a otimização. Outro passo é ter um link direto para o conteúdo que só funcione após a confirmação necessária.

Outro motivo para ter uma splash page pode ser conteúdo em várias línguas. Nesse caso, não opte por um dropdown com as opções de idiomas, mas por ter os links na página apontando para os idiomas. Vale até as imagens das “bandeiras”. Assim os robôs de busca conseguem identificar os links e passar PageRank. Se possível tenha a home já em um idioma escolhido com o link para os outros.

Se ainda assim você tem dúvidas sobre splash page, opte por não tê-las. Você terá um usuário muito mais feliz.

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Curso SEO SP e a Busca Universal

turma-seo-sp.jpgDepois do sumiço, volto já dizendo que valeu a pena. Mesmo com a chuva, que de garoa não tinha nada, o resultado do curso de São Paulo foi muito bom. Muito interesse, boas discussões e muita contribuição me deixaram bastante satisfeito com o resultado. Obrigado a todos. As fotos do curso seo estão no Flickr. Ainda tivemos um vídeo feito pelo Fabio Ricotta com o depoimento dos alunos. Uma boa ação ao aproveitar o social media e a busca universal.

Falando em busca universal, li um post muito legal falando de como conseguir atrair visitas com a busca de imagens. Mais uma prova do que falei durante o curso. As tendências cada vez se tornam mais realidade. No curso eu mesmo falo que uso pouca multimídia no blog. Pode ser uma boa resolução para este ano. 🙂

Também quero agredecer a turma intensiva do Rio e saber que alguns já estão tendo resultados. Também quero agradecer pelo convite de um aluno para uma rede exclusiva. Pena que ele me pediu anonimato e sou bom para guardar segredos. Assim que tiver convites vou distribuir.

Update: confira as próximas turmas do curso SEO para São Paulo (fevereiro) e Rio (março).

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Curso intensivo de SEO

Hoje começa a turma de SEO no Rio de Janeiro e no dia 19 a turma SEO de São Paulo. Serão turmas intensivas. Para as pessoas dos outros estados, peço um pouco de paciência, pois assim que aumentar a quantidade de interessados, vamos programar as turmas e avisar a todos. É um início de ano bem corrido, mas se eu tiver tempo para respirar está bom, mas ainda terei mais surpresas. É só aguardar.

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Escala de preços do Google Adwords

Normalmente escrevo mais sobre SEO pois é o que as pessoas procuram mais aqui no blog. Quase não escrevo sobre links patrocinados, mas como o último post despertou bastante interesse, vou colocar mais algumas informações sobre os preços das palavras-chave.

Quando você anuncia no Google AdWords, o exemplo de custo que eles sugerem inicialmente é de R$ 0,02 por palavra-chave. Na realidade, não tem palavra-chave com este valor. Se você coloca os dois centavos, depois de um tempo ele sugere que você suba para o mínimo de R$ 0,11 para reativar a palavra-chave. Ainda acontece de com o tempo o custo da palavra-chave aumentar mais de uma vez. Existe uma escala de preços com valores “fechados”. Estes valores tem um padrão como você pode ver abaixo:

  • R$ 0,11
  • R$ 0,13
  • R$ 0,17
  • R$ 0,25
  • R$ 0,35
  • R$ 0,43
  • R$ 0,85
  • R$ 4,30
  • R$ 8,50

Ou seja, se a palavra-chave tiver passado o valor de R$ 0,43, o Google AdWords vai desativar a palavra-chave e sugerir o valor de R$ 0,85 para reativá-la. Levando em conta isto, uma dica para um iniciante que quer gastar pouco é criar a sua campanha com o valor inicial de onze centavos. O problema disto é que você não aparecerá em primeiro logo de cara, já que dependendo de quanta concorrência existe na palavra-chave, você pode nem aparecer. Como curiosidade, a palavra-chave palavra “hospedagem” tem mais de 100 anunciantes só no Brasil? Com onze centavos nem dará para o gasto, por melhor que seja o seu Quality Score. Não sabe o que é isto? Explico em um próximo post.

Update: o Marcelo me alertou que consegue palavras-chave por R$ 0,02 centavos, então na dica coloque o inicial com dois centavos mesmo. Assim que conseguir extrair esta dica com ele divido aqui com o pessoal. 🙂

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Palavras-chave mais caras

Quem administra campanhas de links patrocinados já passou pela situação de receber o aviso de palavra-chave inativada. Existem vários motivos para ela ficar inativa como descumprir as normas, mas o mais comum é o aumento do custo do clique ou baixa qualidade no anúncio (sofre site mal feito todo em Flash). Quanto a baixa qualidade a culpa normalmente é não cumprir a promessa do anúncio na landing page. Já sobre o custo, a própria ferramenta do AdWords por exemplo já sugere o o valor do clique, mas algumas vezes passamos por situações como a da imagem.
palavra-chave-cara.gif

Pagar R$ 4,30 por um clique? Claro que é absurdo, mas acontece. Quem é da área sabe, mas saiba existem palavras que tem custo de mais de US$ 50,00. Seguem algumas palavras gringas caras:

  • mesothelioma
  • insurance
  • web hosting
  • domain
  • mortgage

Claro que no Brasil também tem palavras-chave caras, mas não chegam a tanto. Normalmente o custo das palavras-chave varia dependendo da competitividade e da procura. Por exemplo, receita federal é uma palavra sem competitividade, mas que normalmente tem um custo alto devido a grande procura. Aproveito para citar algumas palavras-chave brasileiras caras:

  • cartão de crédito
  • domínio
  • hospedagem
  • seguros
  • receita federal
  • plano de saúde
  • e fotossíntese 🙂

Quem quiser sugerir mais palavras, é só comentar que atualizo a lista. Um detalhe interessante é que mesmo que o custo sugerido da palavra-chave fique alto, nem sempre ele será usado. Recomendo que você teste e monitore a campanha mesmo com um custo de R$ 4,00. Você verá que ele nem chegará perto deste valor. Será que ele está blefando? Bem, eu apostei e não me arrependi. As duas principais forças do link patrocinado são o planejamento e o acompanhamento, por isto teste, teste e teste. É quase de graça.

Dica: use palavras-chave “long tail”. Quanto mais no detalhe, melhor.

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