Arquivos de July, 2007

Cada página tem seu PageRank

É muito comum as pessoas afirmarem que seus sites tem PageRank X ou Y. Não deixa de ser uma verdade, afinal se você procura o PageRank do domínio marketing de busca, o Google informa que é 4 por exemplo. O que acontece é que este PageRank é apenas da home do site. Você sabia que cada página do seu site tem um PageRank diferente?

O Google contabiliza o PageRank por página. A home do web site é a página mais importante dele e é a que normalmente recebe a maior parte dos links, por isto ela tende a ter um PageRank maior. Um exemplo é o PageRank da página sobre SEO. Atualmente ele está com PageRank 3. Já a página do atenSiosamente está com o PR zero. Claro que vocês sabem que isto não é para sempre. Só o fato de este post colocar links para estas páginas o PageRank delas vai ser influenciado. Então se alguém no futuro (claro né) estiver lendo este artigo, os PageRanks poderão estar diferentes.

O que importa é entender que cada página do seu site ou blog deve ser única, pois ela terá um PageRank único. Outro ponto é que o PageRank não é tudo, por isto relaxe e curta seu site. O próprio Matt Cutts que trabalha no Google afirma que ele é apenas um entre centenas de fatores de posicionamento de uma página. Ah, importante: PageRank se escreve tudo junto.

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Digg descarta anúncios do Google e assina com a Microsoft

Vi no Digg que o Digg vai usar o serviço de anúncios da Microsoft ao invés do AdSense do Google. Eu até entendo que um grande portal ou site queira fechar sua rede de publicidade com uma empresa não líder por questões financeiras ou de atendimento especial, mas afirmar que assinou só porque a parceira é uma organização maior e com uma tecnologia mais escalável é brincadeira. Melhor falar que foi pela grana.

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AtenSiosamente, Google

Saiu hoje no Jornal O Globo do Rio de Janeiro na coluna do Ancelmo Gois que a turma de comunicação da UERJ elegeu o Google Como patrono, que disse não.

Segundo Ancelmo, na assinatura do e-mail de resposta do Google Brasil estava escrito: atenSiosamente no lugar de atenciosamente. Vou lançar uma tag, sou de marketing, sou chato.

Detalhe: a matéria não saiu no blog dele para eu linkar.

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Blog do orkut e falta padrão no blog do Google

Não é nem tão recente, mas o orkut tem seu blog oficial. Achei engraçada a URL do primeiro post: “posted-by-soandso-soandso-team-oi-j-faz.html”. O que será que aconteceu? Será que o orkut digitou isto errado ou foi a ferramenta de blog que criou isto? Seria melhor: “ola.html”, mas isto é apenas um detalhe. Ponto por ser em português e ser uma forma de contato com os usuários.

Vi essa notícia no Blog do Google Brasil e acabei notando também algo engraçado. Cada post tem um padrão de fonte diferente. Para exemplificar, veja o post do blog do orkut em Tahoma. Outros posts aparecem em “Times New Roman” e ainda terminam com um ““. Parece que estes posts foram copiados e colados do Word. Será? Bom o padrão é Arial, mas não em tamanho 12. Sei que estou sendo chato, mas é que trabalhar no marketing faz isto com a gente. Cuidado com o ctrl+c, ctrl+v.

 

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SEO e Flash – dicas para tornar o site visível

O uso de Flash em sites é uma realidade e seu uso é muito importante em projetos web. A maior parte dos banners hoje em dia, o player do YouTube e muitos aplicativos web utilizam a tecnologia do Adobe Flash (para mim é estranho não usar Macromedia). Apesar de todas estas vantagens, você precisa saber que ele não combina bem com o Google. O principal motivo é que o Googlebot, robô que indexa as páginas do Google, não consegue capturar perfeitamente o conteúdo do Flash tal como o conteúdo de uma página em HTML. Na estratégia SEO, muitos profissionais não recomendam o uso do Flash. Eu já penso que ele precisa ser usado no lugar certo e na medida certa. Depois de ver um artigo do Google Webmaster, resolvi então escrever sobre o que pode ser feito para o Flash ser indexado corretamente.

O primeiro passo é saber quais partes do site usarão Flash. Algumas vezes, os webdesigners optam por criar sites inteiros em Flash. Neste caso você tem duas opções. A primeira é criar uma versão alternativa do site em HTML. Na página incial que carrega o Flash, basta colocar o link para a versão HTML e otimizá-la normalmente. Eu não constumo recomendar splash screen, que é aquela famosa janela que tem um botão para entrar no site como se você não tivesse entrado nele ainda, porém no caso do Flash, pode ser aberta uma excepção. Recomendo também deixar a página que carrega o swf excluída do robôs usando o robots.txt ou uma meta de exclusão, afinal, isto pode ser considerado conteúdo duplicado. Já no caso do site inteiro ser um aplicativo ou um projeto visual, não há razão para criar uma versão em HTML. O que você deve fazer é aplicar SEO no HTML que chama o Flash. Por exemplo, escreva títulos de página descritivos e inclua uma meta description. É importante lembrar que para SEO, conteúdo é rei, então na hora de escolher como exibir conteúdo, prefira HTML.

Se o site não usa Flash em tudo, ele será indexado normalmente sem problemas com excessão do conteúdo do Flash. Se mesmo assim você quer que esta parte em Flash seja “lida” por robôs de busca, você pode usar técnicas que exibem conteúdo no lugar do Flash. São as técnicas que permitem que quem não tem Flash ou para que um robô de busca consiga enxergar uma versão alternativa em HTML. A técnica recomendada é a sIFR. Ela usa javascript e é relativamente simples de implementar. Com isto os robôs vão poder entender melhor as suas páginas.

O Flash é muito poderoso, porém ele tem o seu papel. Me desculpem os defensores fervorosos do Flash, mas tal como é possível montar um site inteiro com conteúdo em javascript ou em AJAX, o uso deles deve ser feito com bom senso. Pense que seu visitante pode querer gravar no favoritos uma página interna do site e não conseguir isto pode frustá-lo. Pense sempre no seu visitante e no objetivo do seu site. SEO é pensar mais no usuário do que nos sites de busca.

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Resenha de livro sobre links patrocinados

Livro Google AdwordsNão sou muito de fazer resenha de livros, mas acho que quando leio algo nacional que agrada, vale a pena divulgar. O livro é o Google Adwords e a Arte da Guerra. Acabou de sair a segunda edição. Por sinal, conheço o autor, o Ricardo Vaz Monteiro que é gente finíssima, mas vou tentar ser imparcial e falar os pontos fortes e fracos.

O livro trata basicamente de links patrocinados com foco no Google Adwords. O conteúdo dele vai do básico, incluindo o passo-a-passo de como construir uma campanha, até dicas avançadas para otimizar uma campanha. Claro que no livro não dá para passar todo o conhecimento e cobrir todas as áreas, mas como ponto de partida ele é de grande ajuda. O que não gostei foi a inclusão do contrato do Google no fim do livro. Poderia ser colocado apenas o link e incluir mais material, mas isto não desmerece o livro.

Aproveite a nova edição (que ainda não li) e compre o livro. É um bom caminho para iniciar sua campanha ou entender melhor para gerenciar uma.

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