Arquivos de February, 2007

Índice de qualidade de palavras-chave

O Google Adwords recebeu a coluna Índice de Qualidade.

A coluna Índice de qualidade é personalizável e fica na guia “Palavras-chave” da página Detalhes do Grupo de anúncios. Ela exibe o Índice de qualidade de suas palavras-chave para ajudar você a monitorar a relevância dessas palavras. Por padrão, essa coluna está desativada para novas contas, mas pode ser ativada a qualquer momento.

As palavras-chave podem ter um dos três Índices de qualidade a seguir:

– Ótimo: A palavra-chave é muito relevante e pode ter uma alta taxa de cliques (CTR), texto de anúncio relevante e uma página de destino exclusiva e relevante. O lance de custo por clique (CPC) mínimo para essa palavra-chave pode ser baixo. Se desejar reduzir ainda mais seus custos, é possível otimizar o Grupo de anúncios da palavra-chave usando textos de anúncio mais direcionados ou melhorando o conteúdo da página de destino. De
qualquer forma, essa palavra-chave é muito relevante e eficiente para sua campanha de publicidade.

– OK: A palavra-chave pode não ser o mais relevante possível. Ela pode ter um lance de CPC mínimo médio e, embora possa não ser muito cara ou genérica, recomendamos sua otimização para o Grupo de anúncios. A otimização pode reduzir os custos gerais, gerar mais cliques para seus anúncios e melhorar o retorno do investimento (ROI). Para otimizar, tente usar textos de anúncio e palavras-chave mais direcionados ou melhorar o
conteúdo da página de destino.

– Insatisfatório: A palavra-chave não é muito relevante para os usuários, e, como resultado, pode ter um lance de CPC mínimo alto. Recomendamos remover essa palavra-chave e substituí-la por uma palavra-chave mais específica. Se desejar continuar anunciando com essa palavra-chave, você poderá otimizar o anúncio. Para fazer isso, tente diminuir o lance do CPC mínimo escrevendo um anúncio mais direcionado e relevante, ou melhorando o conteúdo da página de destino.

Com isto, sua campanha poderá gastar com palavras-chave que realmente valham a pena.

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Ziki – orkut com links patrocinados

Com o mote fique visível, o recém lançado Ziki vem com a idéia de que você deve ser facilmente encontrado nos sites de busca. Ele é uma rede social aberta que usa o poder dos links patrocinados. Puramente egosearch. Ele funciona assim, ao procurar no Google por “Paulo Rodrigo”, ele retornaria um link com meus sites com a biografia, minhas tags, amigos e grupos. Parece que o megalomaníaco vetusto vai perder mercado.

Para ser “patrocinado”, você precisa colocar pelo menos cinco tags, uma foto, bem, são coisas bem simples. Eles prometem que depois da análise, você aparecerá em links patrocinados do Google, Yahoo e MSN. No meu teste, eu ainda não tive a aprovação deles, mas atualizo o post quando acontecer.

Além disto você pode colocar suas fotos, posts, podcasts, vídeo, perfis de outras redes como MySpace ou LinkedIn. Ele usa AJAX, tem urls limpas, tags, rss e tudo mais do estilo web 2.0 diferenciando dos principais concorrentes. Neste sistema a perda de privacidade será maior ainda que seus similares, já que é aberta. Também não necessita convite. O serviço é gratuito e promete estar em vários idiomas. Será que ele tem chance no Brasil? Quanto entrei já tinham alguns brasileiros.

Eu pessoalmente não gosto de redes sociais como orkut e second life. Gosto mais de gente de verdade, por isso, aproveite a foto que está lá, por que ela vai sair e não fique clicando no meu link patrocinado quando ele aparecer hein? =)

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Guerra nos links patrocinados

Já existe um número grande de players em gerenciamento de links patrocinados. Tem mais outros vindo para o Brasil. Atualmente a palavra-chave links patrocinados tem mais ou menos 17 anunciantes. Em palavras-chave bastante competitivas, nem sempre pagar mais alto pelo clique dá um melhor resultado. O criativo, para quem não sabe é o conjunto dos textos de um link patrocinado, tem grande força na decisão de clique do usuário. Só que as vezes esta disputa pode causar situações engraçadas.

brigaadwords.gifAo procurar por uma determinada palavra-chave no Google, atentei para os criativo de duas empresas e percebi que as mensagem eram de uma respondendo a mensagem da outra. O engraçado é que a cada mudança por parte de um deles, o outro reagia com uma nova mensagem em resposta a anterior. Veja na imagem ao lado de cima para baixo a seqüência. Primeiro uma diz que faz o que nenhum livro de links patrocinados faz, a outra responde para não cair no blá blá blá que é difícil e o diálogo continua.

A disputa ficou bastante divertida. Para preservar a identidade deles, ocultei o domínio. Para mim, uma parceria entre os dois seria muito mais gratificante para ambos, mas acho que um deles foi mais rápido e já pensou no assunto.

E o que você acha? O que é melhor em links patrocinados? ‘Faça você mesmo’ ou o ‘pague para ser feito’? Para mim, a resposta é depende, mas conhecimento nunca é de mais.

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Google Jumpstar em ação

Mais uma pista de que o mercado de busca esquenta no Brasil. Como anunciado pelo Fábio Seixas, o Google está ligando para oferecer o Jumpstart. Eu sabia que eles ligavam para clientes em potencial e não para clientes antigos. Bom saber. Este serviço já existe no Brasil há algum tempo. Minha primeira campanha do AdWords foi montado pelo pessoal do Google.

O Jumpstart é como se fosse um setup inicial feito pela equipe do Google. Como você conta com o expertise deles, a chance de você ter resultados melhores é grande. Este serviço é como uma consultoria inicial para sua campanha. O custo de setup é de R$ 640 que serão revertidos em crédito para a campanha, ou seja, ele acaba saindo de graça.

O serviço vale a pena, que dizer, os links patrocinados já valem a pena por si só. A maior vantagem do Jumpstart é a otimização da campanha para o novo anunciante para que ele não se decepcione com possíveis erros e por conseqüência gasto desnecessário. Ponto para o Google.

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Mercado de busca esquentando no Brasil

O mercado de busca é muito forte nos EUA. Para exemplificar, saiu no IDG Now! que a publicidade em sites de busca atingiu US$ 10.000.000.000 (sim são estes zeros). E o Brasil, como fica? Bom, em relação ao gasto por parte das empresas, tudo depende das pequenas e médias empresas descobrirem as vantagens dos links patrocinados e do SEO. Depois disso, o carro entra nos trilhos.

Agora se o assunto são as movimentações dos players de busca, a conversa é diferente. O Yahoo está com a promessa de investir no Brasil trazendo o Panamá, Flikr e outras novidades.

Vi também no Tnow que o Buscapé estava na mira do Google e Yahoo. Coincidência ou não, hoje na home do Yahoo, a logo tinha uma animação para a volta às aulas que cai no Yahoo Shopping, que é uma parceira com o Buscapé. No mesmo artigo sai a previsão da vinda do Froogle.

Na época da fusão do Buscapé, fiz um comentário no Viu Isso do Lent, que a razão dela seria a vinda do Froogle. Minhas previsões estão boas. E o investimento no País vai aumentar.

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Megalomaníaco vetusto

Uma prática comum em algumas empresas SEO é afirmar que garantem primeira posição em resultados de busca. Acho que todos já sabem que isto não é possível, mas sempre tem algum desavisado que cai no conto. Nem todo mundo trabalha com internet. O público deste site provavelmente é heavy-user, esclarecido e já sabe o suficiente para não ser enrolado tão facilmente, mas mesmo assim estas empresas provam que cumpriram a promessa. Como?

Eles conseguem cumprir esta promessa de duas formas. Uma é usando links patrocinados. Como o texto é “aparecer na primeira posição ou página de uma busca”, basta comprar a palavra-chave por um tempo e lá está sua página no Google. Acaba que o cliente só descobre o que aconteceu quando a verba de link patrocinado acaba. Ele pode até não se decepcionar se o resultado dos links patrocinados forem bons.

Outra estratégia e escolher grupos de palavras raras. Por exemplo, o título deste post tem dois termos que tem poucos resultados na web. Quando montei este post, a busca por Megalomaníaco vetusto tinham apenas 30 resultados. Vetusto para quem não sabe, significa, muito velho. A chance deste post ficar na primeira página é grande. Outra variação desta estratégia é a busca pelo domínio ou nome da pessoa do site. Eles costumam retornar com facilidade na primeira página. É o Egosearch. Seria como colocar um Outdoor na porta da sua empresa ao invés de em um lugar onde estão seus possíveis clientes. A pessoa ainda fica feliz que seu nome aparecendo no Google. O problema deste segundo é que poucas pessoas vão realmente procurar por este termo. Exceto os donos do site. Esta ação dificilmente terá ROI.

Bom, se você conhece alguém que está interessado em SEO, dê uma ajuda para ele não ser enrolado. Amigos são para isto.

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